Humanitário

As balsas com negros aportam no Brasil

Captura de Tela 2015-04-26 às 10.54.31Quem quiser se sentir na Europa sem sair de casa pode dar um pulinho na Baixada do Glicério, em São Paulo. É lá que aportam nossos imigrantes negros, iguaizinhos aos que naufragam no Mediterrâneo tentando alcançar a costa da Espanha e da Itália. Além de partilhar fotos de africanos no Facebook, o visitante poderá eventualmente se inteirar do que acontece em seu próprio país e, de quebra, fazer algo útil, demonstrando alguma solidariedade real pelos haitianos que se apinham por ali. Continuar lendo

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O Haiti chegou a SP

blog6AAjudar o Haiti foi uma boa ideia. Mas só enquanto os problemas estavam represados no Caribe. Com a onda migratória de haitianos chegando a São Paulo, o Brasil mudou de opinião. O ‘altruísmo desinteressado’ cedeu lugar a uma política de acolhida mesquinha. Agora, os haitianos passeiam pelas ruas, penando as agruras de uma política “humanitária” manca, que se presta mais à propaganda internacional do que à efetividade.  Continuar lendo

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O Brasil não quer saber do Haiti

blog9AO Brasil queria saber de um assento no Conselho de Segurança da ONU. Por isso enviou tropas para o Haiti em 2004. Se o País quisesse saber dos haitianos, cuidaria melhor dos mais de 2 mil deles, que se espremem hoje dentro de um galpão projetado originalmente para abrigar 300 pessoas na cidadezinha acreana de Brasileia, na fronteira com a Bolívia. Com apenas 20 mil habitantes, Brasileia é a capital do Haiti no exterior. Continuar lendo

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