Protestos

A rifa do 16/8 já correu

rifa9Moçada que vai no protesto do dia 16/8 carrega no bolso uma rifa que já correu. O sorteio foi na quarta-feira, no quintal do Jaburu, residência oficial do vice-presidente da República, Michel Temer, e a vencedora foi uma moradora de Brasília chamada Dilma, de sobrenome complicado. O convescote articulado pelo ex-presidente Lula quatro dias atrás reuniu quem realmente apita os jogos oficiais no Brasil e decretou que a marcha de domingo é palha – especialmente depois de as Organizações Globo descerem do barco do impeachment. Com Calheiros, Temer, Jucá e Sarney, Lula costurou um não-se-sabe-o-quê capaz de assentar a poeira. Continuar lendo

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Quase Humor

PT entulha propaganda na TV com chuva de numeralha

PTNa pior crise desde a sua fundação, o PT levou ao ar hoje uma peça publicitária de 10 minutos na qual 31% do tempo foi ocupado com a declamação de uma lista sequencial de 26 cifrões lidos por um narrador em off, em mantra monocórdio, enquanto na tela se sucediam mais de 20 slides apresentando números quebrados, como R$ 1,066 trilhões, e zeros depois da vírgula, como 4,0%. A sequência, que também misturou valores em dólares e em reais, ocupou ao todo 3 minutos e 6 segundos, o que equivale a quase um terço da propaganda inteira, numa média de 2,6 cifras declamadas por minuto. O bombardeiro numérico contradiz as regras mais elementares da comunicação em rádio e TV e contribuiu para aumentar a percepção de que a confusão domina o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, ameaçada por mais de 10 pedidos de impeachment analisados pelo Congresso. Continuar lendo

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Nacional

E se Lula for preso?

A prisão de José Dirceu desenha no horizonte a linha ainda indefinida do que poderia ser um audacioso avanço da Lava Jato sobre Lula. Politicamente, não se sabe se um baque como esse enterraria as pretensões eleitorais do ex-presidente para 2018 ou se, ao contrário, daria a Lula um enredo vitimizante como o que pôs Getúlio Vargas nos braços do “queremismo” em 1945.

Os espectadores latinos sempre amaram folhetins nos quais o herói emerge em santa vingança depois de ter passado metade da luta apanhando contra as cordas. A herança cristã não idolatra um Cristo que não tenha vivido seu calvário. A crucificação é parte indissociável do triunfo dos humildes e predestinados.

Dilma tem lá sua Via Crucis, com apenas 7% de aprovação, mas dela não se espera uma ressurreição redentora do Santo Sepulcro em que se transformou a Presidência. Um ocaso discreto seria melhor destino, aos olhos tanto de tucanos quanto de muitos petistas. Continuar lendo

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